Repensar a vida é um ato salutar… no meu entendimento, claro.
Ver o que foi feito, se o que planejamos está indo bem, ou, pelo menos, não está piorando a cada dia. Enfim.
E, para que esse repensar sirva para algo útil, é, no mínimo que a gente faça um joguinho de ‘e se?’, para visualizar as oportunidades que agarramos e as que deixamos passar. E o ‘e se?’ nos dá uma visão disso.
Mas, indo mais adiante, lá em um nível muitíssimo mais fundamental, mais básico. Fazer alguns ‘e se?’ poderiam dar um leque muitíssimo maior de opções (ou colocá-las por terra, deixando-a sem nenhuma).
Como? Tá, vou tentar explicar…
Não, não tomei nada alucinógeno… e beber é coisa que não faço há semanas…
Bom, voltando…
Exemplificarei com alguns ‘e se?’ que costumo fazer e, não vou responder. Vou deixar a bola picando para cada um pensar a respeito (caso queiram, claro. Senão voltem ao mundo normal e vão assistir ao replay dos jogos do fim de semana ou a novela).
- E se o que te ensinaram desde pequeno, nos livros de história, fosse uma baita mentira?
- E se o que te disseram sobre religião, mesmo parecendo ridículo, não era lá tão bobagem assim, caso você tivesse aprendido o ensinamento por trás do que te diziam?
- E se o mundo, por mais moderno que esteja, tenha se prejudicado ao esquecer coisas antigas, que funcionavam muito bem?
- E se a ‘liberdade’ social trouxesse mais danos do que benefícios?
- E se você se desse conta que está cercado de idiotas, mas, ao invés de querer livrar-se deles, você se desse conta de que tem que ajudá-los?
- E se você acordasse a noite com uma idéia de que existe um tipo de contagem regressiva para alguma coisa e não tem a menor idéia do que fazer para salvar o maior número de pessoas possível?
- E se você se desse conta de que está pirado, ao invés do seu cérebro estar conjeturando coisas úteis?
- E se não fosse culpa de ninguém o fato da sua vida não estar do jeito que você queria?
- E se você se desse conta de que concorrência é a coisa mais imbecil que o ser humano já inventou?
- E se você se desse conta de que não há vantagem alguma em você tentar querer ser melhor do que os outros.
- E se você se desse conta de que na real, você de fato não é melhor do que ninguém, apenas deu mais sorte que eles na vida
- E se o mundo em que você vive não é o ideal?
- E se realmente desse para mudar coisas pequenas ao seu redor e influenciar mais pessoas?
- E se eu parasse de escrever tanta coisa e fosse, finalmente, trabalhar?
Essa água não está pura, Ferrinho… rsrrsrs Beijo!