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Posts Tagged ‘brasil’

Não, o título do post não tem nada a ver com a banda Emo… mas, como é um recomeço do blog e a palavra-chave pode me fazer bombar no google com vários (doidos) fãs dos caras que caiam aqui sem querer… enfim… marketing é tudo na vida…

Enfim, de volta aos trabalhos depois de um longo tempo no estaleiro, à medida do possível, vou postar uma coisa ou outra por aqui…

Me deparo com uma mensagem de alguém que se autodenomina cético (embora no decorrer da questão elaborada por ele possa parecer que o maior problema do mesmo não é o ceticismo) e que diz o seguinte:

Prezado,

meu pai tem 85 anos e é viúvo da minha mãe. Ele é surdo, ranzinza, careca, está ficando gagá e nem com viagra funciona mais. Não é rico, mas ele tem boas aposentadorias que permitem que ele viva confortavelmente. Só que ele está com uma mulher mais nova que eu (e bem mais gostosa que minha mulher) que jura que é apaixonada por ele (mas tem um “primo” que não larga dela). Devo acreditar nela?

Nesse ensejo, tenho outras dúvidas mortais: Papai Noel existe? Existe político honesto no Brasil? O Lula não sabia de nada?…

Respondendo ao amigo:

Meu caro cético, me parece que o problema que enfrentas é bem comum em se tratando de uma novela ruinzinha da Globo. Podemos ver isso quase que eternamente, com direito ao Faustão tentando dar um cunho social para a lenga-lenga…

Bem, acho que estamos diante de um lugar-comum… afinal, este caso todo é uma sequência de clichês. Todos sabemos que quem gosta de homem é (viado) homossexual. Mulher gosta é de dinheiro. Ainda mais no caso do vosso progenitor que, com todo o respeito, só serve para peso de papel. Se nem com o azulzinho a pipa do vovô não sobe mais, fica claro que a intenção da moça não é brincar de ‘pra que lado vai cair’… 

Eu diria o seguinte: se não pode vencê-los, junte-se a eles. Troque o primo dela por você mesmo que, na pior das hipóteses, dá para ainda dividir a herança e ainda dar uns pegas na gostosa. É claro que, se der uns pegas, ela irá usar contra você isso para que você gentilmente ceda a sua parte da herança para a moçoila manter o sigilo com a sua nega-véia…  como toda boa novela ruim da Globo – Deja vù –

Outra alternativa é trocar o viagra do véio por gardenal, ritalina ou derivados, para ver se o tiozinho acorda e cai na real…

Quanto aos demais dilemas morais:

1) Papai Noel existe sim, ele é o seu pai. Afinal, é um velho que tem um saco de brinquedo e que uma vez por ano dá alegria para alguém… com ganhos materiais, claro.

2) Político honesto no Brasil é como nota de 100 reais. Dizem que existe, mas dificilmente se vê uma por aí…

3) O Lula fez o estilo do seu pai também. Ele sabe das coisas, mas prefere fingir que gostam dele pelo que ele é, e não pelo que ele proporciona. E, tal qual o povo, sempre tem um primo (político) para foder com os planos…

Por isso que dizem os sábios: Diga-me com quem andas que te direi se vais a pé… trabalhar, meu camarada, é para os fracos. O mundo é dos espertos. Os que estudam puxam a carroça para os safados chicotearem, e, aos espertinhos, só resta ficar fazendo piadas em blogs inúteis tipo este…

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Depois da última do MEC, que assassinou a língua portuguesa, que já tava mal das pernas com a reforma, que apenas serviu para mandar a merda a paciência dos estudantes que se fodem anos e anos sem entender porra nenhuma, num ensino público que não ensina nada a ninguém e que, pra piorar, vem agora dizer que está bem do jeito que tá… eu larguei de mão…

Leiam aí primeiro: http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/os-livro-mais-interessante-estao-emprestado/

Pois então, nada mais me assusta depois que eu vi que o brasileiro prefere um imbecil popular do que um competente sem glamour. Mas, vamos e venhamos (ou voltemos), emburrecer ainda mais a população é um ato de crueldade máxima…

Crueldade?

Claro que sim… mas, nem tudo o que é cruel é necessariamente algo que não tem-se um fundamento. Os antigos estrategistas (e os novos também) ensinam que a crueldade nas ações é um poderoso item para acabar com a contenda e foder irrevogavelmente com a concorrência.

Alguém aqui por acaso nunca desconfiou ou se perguntou o porque nas guerras, quando um exército dominava uma região, queimava livros e acabava com qualquer fonte de conhecimento que pudesse instigar mentes a pensar em algo que pudesse colocar seus domínios em risco?

Pois é…

E alguém aqui não desconfia que, porventura, alguém pode ter interesse em manter a população cada vez mais burra, mais conformada, mais resignada com migalhas e cada vez mais fácil de ser manipulada?

Pois então…

Achar que as coisas não estão desenhadas para um cenário onde a maioria sempre vai ser imbecil e os pensantes terão cada vez menos alternativas – Juntem-se a eles ou morram afogados no mar de acéfalos dominados – é uma inocência ou burrice que não pode mais continuar…

Pois pensemos (ou tentemos) o seguinte: como nos ensinam os estrategistas, no naipe de um Sun Tzu ou de um Maquiavel, todo projeto de DOMINÂNCIA engloba essas etapas. Emburrecer e pacificar aqueles que possam oferecer riscos ao ‘principado’ (referência ao “Príncipe” de Maquiavel. Se não conhece, vai ler… tem poucas páginas) é feito desde que o mundo é mundo e que o ser humano é belicoso.

Pensem que quanto menos gente notando a merda que fazem, menos trabalho terão aqueles que querem manter o povo sob as rédeas da ignorância.

Já escrevi trossentas vezes sobre isso, eu sei. Expliquei que na pirâmide de Maslow, que explica a escala de desejos e necessidades, primeiro vem a saciedade básica, como comer, por exemplo, e, por último, vem a moral. Então, é simples concluir que, enquanto as pessoas se preocuparem em apenas não morrer de fome, não terão tempo para se preocupar com a moral e tampouco prestar atenção na (falta) dos outros.

Não estou aqui dizendo que estamos vivendo sob uma conspiração de forças ocultas que querem nos emburrecer pra tomar o controle, mas, não descarto que fique muito mais fácil para quem tentar, porventura…

Então, o MEC se preocupar com livros errados e crianças aprendendo pouco ou quase nada é uma utopia. Sabemos que é mais fácil acalmar as crianças do que pedir para o fornecedor do livro refazer tudo, sendo que ele teve que cortar os revisores porque tinha que pagar propina para os nobres aprovadores do material, e, sem verba, acabará botando a boca no trombone ou então liberando algum videozinho de alguém recebendo algum bolinho de dinheiro e enfiando na cueca pra mídia… então, abafemos o caso e culpem a oposição que quer puxar o tapete dos paladinos que querem arrumar o mundo enquanto eles, filhos do capeta, querem o apocalipse da educação!

É, pensar dá trabalho. Identificar quando alguém tenta nos enrolar requer conhecimento, leitura, estudo. Então, seguimos com o nosso pão e circo (ou coca-cola e futebol) que dá menos dor de cabeça…

11 Bilhões da Petrobras de lucro líquido no 1º trimestre, gasolina perto dos 3 reais o litro, 50% do preço de venda é composto por impostos, mas, ainda assim, pessoas comemoram que somos um país auto-suficiente em petróleo… viram como é viver cercado de burros? Taí…

Libera um Bolsa-Grama aí e tamos conversados…

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Sabemos que o mercado está cada vez mais difícil. Tanto para empresas quanto para quem quer trabalhar. E, como sempre, os que se organizam largam na frente dos profissionais liberais…

A concorrência nos mercados acaba sufocando a iniciativa privada, ou seja, os pequenos são ‘atropelados’ pelos grandes.

Tivemos um caso aqui em Porto Alegre, perto da minha casa e da minha irmã, onde o meu carro também já foi roubado, uma situação engraçada (ainda mais que não era o meu carro de novo). Um ladrão foi abordado por outros durante o exercício da sua sagrada profissão, a segunda mais antiga da humanidade (putas vêm primeiro), por outros trabalhadores agrupados e, dessa forma, retiraram o ganhão pão do nosso pobre vítima da sociedade burguesa e capitalista (abraço a todos socialistas!) comedora de Big Mac.

Olhem a matéria aí…

Após roubo, ladrão também é assaltado na zona norte de Porto Alegre

Criminoso e vítimas foram surpreendidos por outros três bandidos (cliquem no link para ler na íntegra)

Vejam que o pobre trabalhador foi impedido por concorrentes que, de forma desleal, tomaram-lhe o cliente. É mais ou menos como você aí pagar o seu IPVA todos os anos e nos fins de semana, feriados e férias, o pessoal da praça de pedágio tomar a grana dos políticos… hmmm, talvez não… acho que errei o exemplo. Nesse caso, os políticos são isentos do pedágio e nós pagamos ele novamente… seria um caso de duplo assalto e não assalto de assaltantes…

Bom, vamos ver… talvez então seria mais ou menos como o pessoal do mensalão ter que repassar a verba para outro político fiadapú não dedurar ele por ter recebido mensalão… é, acho que esse tá melhor…

Só sei que, independente do ladrão ter ou não os 100 anos de perdão, a vítima segue se fodendo incondicionalmente. O máximo que dá, nesse caso, é olhar pra cara do ladrão que foi assaltado junto e largar um impagável: “Perdeu também, prêibói…”

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As vezes eu penso que alguns conceitos realmente são batidos, embora ainda sejam incontestes. O direito à democracia é um deles. E é como dizem, a democracia é uma merda, mas ainda não inventaram nada melhor do que ela…

E é por aí que eu começaria o raciocínio.

A democracia é o poder do povo. Ok. Mas a pergunta é a seguinte: E desde quando um povo tão diferente e tão desigual conseguiria chegar a um denominador comum?

Ou melhor, se nos basearmos em resultados de urnas, desde 1985 para cá, veremos que a nossa capacidade de escolha é, no mínimo, discutível.

Enquanto alguns apenas querem conseguir comer e sobreviver, outros, já pensam em coisas do tipo: ética, moral, bem comum, sustentabilidade, preservação, etc…

Dessa maneira, se dermos o poder de escolha a essa massa de pessoas desiguais, desunidas e com pensamentos opostos, daria certo? – NOTA: digo pensamentos opostos, da mesma forma que poderia dizer que alguns, sequer pensam –

Imaginemos que o país é uma grande empresa, que buscaria a sustentabilidade, o bem comum, o bem estar de seus COLABORADORES e com um bom plano de previdência para os ‘não ativos’. Bem, pensando assim, como em qualquer cenário competitivo, seria interessante que os mais capacitados exerçam papéis de liderança e planejamento, e, os menos capacitados preencham os outros postos da cadeia produtiva.

Onde eu quero chegar com essa palhaçada toda? Ok, vou abreviar.

Eu, por exemplo, abriria mão facilmente do meu direito de escolher errado meus candidatos, para que, uma pessoa compravadamente capaz assumisse esse papel. Não através do voto, mas sim da comprovação técnica, prática.

Exemplificando.

Eu mudaria o modelo atual de democracia para cooperativismo, de maneira a entregar o país na mão do Eike Batista, por exemplo, sabendo que ele é de fato alguém que sabe fazer o dinheiro se multiplicar, sabe gerenciar, sabe escolher seus aliados e funcionários e nunca teve problema em não saber quando alguém lhe passa a perna. Dessa maneira, eu seria um sócio cooperativista, com direito a participação nos lucros, ao invés de pagar impostos a fundo perdido para alguns cretinos encherem os bolsos e comprar votos de pessoas que estão matando cachorro a berro e se vendem por qualquer esmola.

Dessa forma, o país seria uma empresa. Pessoas se habilitariam através de testes rigorosos (como seria o processo de escolha de um CEO de alto escalão de uma empresa) a serem os novos gestores dessa empresa. Sempre com demonstrativo de resultados, números comprovados e, é claro, em um cenário onde todos conseguissem produzir algo.

Não acham possível? Acham melhor o modelo atual, onde qualquer idiota semi-analfabeto ou com ficha suja consegue chegar ao poder e não fazer porra nenhuma? Problema seu! O que eu não posso concordar é com pessoas conformadas achando que este é o único caminho possível para um futuro melhor. Não é mesmo!!!

No momento em que as coisas funcionarem como devem, essas palhaçadas piegas não vão colar mais. A pessoa vai ter que ter mais atributos do que apenas ter carregado lata de água na cabeça durante a seca ou metralhado soldados durante a ditadura para ser um gestor capacitado.

Resultado, meus amigos, é nele que deve se focar. De discurso em discurso não se vai a lugar algum. Como bem já estamos carecas de saber (e no meu caso, literalmente).

Ih, não vem me empurrar esse abacaxi!

Pelo menos as nossas primeiras-damas não seriam essas barangas de ultimamente…

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